sábado, 27 de abril de 2013

"Pra que servem as sogras?"



                     Crônica do Livro:"CAUSOS CLÍNICOS”


                           



                                                                                    Autor: Fernando Ortiz
                           Leia mais no blog:Empilhando Palavras

       


Às vezes eu me pergunto, e não tenho uma resposta convincente, ainda mais se tratando da minha sogra rusguenta e maçante. É nestas horas que eu me lembro da minha esposa dizendo:
-Meu bem, domingo eu vou à casa da minha mãe?Pronto mais um domingo que eu ficarei sozinho!E não é somente um domingo, são os quatro domingos no mês!Portanto são quatro domingos que eu inevitavelmente ficarei sozinho!Sem contar os inúmeros telefonemas diários, a minha sogra liga pontualmente todos os dias no mesmo horário, mas não é somente uma vez, são seis vezes ao dia!Para perguntar o quê?O que será que tanto elas conversam?Seja o que for, haja assunto!!!
Quanta amolação!E não é implicância minha, pois em nenhum destes telefonemas ela se dignificou em perguntar se eu estava bem ou se eu continuava existindo!
Mais um dado melancólico, elas almoçam juntas todos os dias!Quanto a mim tenho que me virar com a marmita de um restaurante!
No dia das mães, também é mesma coisa, lá vai minha esposa com o filho comemorar ao lado de sua mãe!E eu mais uma vez sou jogado as traças!
Sendo minha esposa filha de pais divorciados!Isto é mais uma complicação na questão de datas comemorativas. No dia dos pais eu não comemoro, ela vai comemorar a data festiva ao lado do pai!E eu sou relegado para segundo plano!
Com relação ao natal: Dia 24 de Dezembro ela vai comemorar na casa do pai!Dia 25 de Dezembro? É claro que ela vai comemorar na casa da mãe!E eu passo o natal ao lado do meu cãozinho (passava, ele faleceu). Portanto, nesta data onde todos estão felizes festejando o natal, eu fico sozinho em casa ouvindo ao longe os fogos de artifício!
Resta-me ir dormir mais cedo com o coração apertado!(Somente neste relato eu contabilizei três datas festivas que eu passo sozinho).
Segundo uma pesquisa da Universidade de Cambridge, na Inglaterra. Somente 15% dos genros têm atritos com as mães de suas mulheres (eu me incluo aí). Já 60% das noras de acordo com esta mesma pesquisa têm problemas com as sogras.
No meu caso específico, sinto que minha sogra é manipuladora, e ela engendrou um sentimento de posse de sua filha, e esse sentimento possessivo a torna uma sogra terrível!!
"Nem toda mulher desenvolve uma relação saudável com os filhos. Por serem responsáveis por suas vidas frágeis totalmente dependentes delas, muitas se consideram suas ‘donas’ desde o nascimento. Esse sentimento pode se manifestar de forma tão intensa que atrapalha a vida de quem elas mais amam: os próprios filhos", diz a pesquisa.
E a sogra sempre reage com críticas, velada ou explícita ao genro, e, não raro, utiliza-se de chantagem emocional, contra a qual, na maioria das vezes, a filha com pena da mãe idosa, não consegue responder com firmeza e acaba cedendo a esta chantagem.
Além da disputa pelo poder, há outras ideias que também tentam explicar o que acontece por trás da má vontade da sogra de aceitar uma pessoa estranha no ninho que ela construiu. A teoria do gene egoísta, do evolucionista Richard Dawkins, explica que nós, de uma maneira instintiva, defendemos com mais intensidade as pessoas com quem compartilhamos um maior número de genes. Por isso, temos uma relação mais intensa com um filho ou uma filha. Imagine, então, como é que eu sou visto pela minha sogra, não tendo nada a ver com a sua árvore genealógica.
E a história tende a piorar com a chegada do neto. Como a sogra não consegue se separar da filha nem vê-la como uma pessoa adulta capaz de tomar suas próprias decisões, o mais provável é que a mãe possessiva (e agora avó) queira tomar para si os cuidados com o neto, até porque não acredita que ninguém possa criar a criança tão bem quanto ela.
Finalmente, como eu acredito que a organização familiar irá se modificar, as relações entre eu e minha sogra tenderão a se transformar em um convívio mais ameno, talvez eventuais rusgas persistam, pois é pertinente a toda relação interpessoal. Mas eu ainda me pergunto:
-Pra que servem as sogras? Melhor seria se não existissem? Mas, logo outra pergunta me vem à mente. Se minha sogra não existisse, não existiria minha esposa! E se a sogra de meu pai não existisse? Não existiria minha mãe e, portanto eu não existiria!Triste conclusão...Sogra é um mal necessário!

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

DICAS PARA UMA TRANSA RAPIDINHA!!!

A rapidinha é divertida, pois tem o tempero da aventura e lembra a fase da descoberta do sexo, quando tudo precisava ser feito às pressas. "A maior parte dos casais a pratica durante o início do relacionamento, quando a libido está a mil e um não consegue tirar as mãos de cima do outro", afirma a coordenadora do Projeto Afrodite, da Unifesp (Universidade Federal do Estado de São Paulo).
Mas a especialista afirma que as rapidinhas não devem ser deixadas de lado: "Principalmente para casais que estão juntos há muito tempo, para manter a libido e a fantasia sempre em alta". E como é impossível prever quando uma transa-relâmpago acontecerá, é fundamental ter sempre um preservativo à mão.
Na maior parte das vezes, a rapidinha não acontece na cama. Em geral, quando bate o desejo, vale da pia da cozinha a uma paradinha no drive-in. As opções são muitas, mas lembre-se que os locais públicos não estão entre elas, pois atentado ao pudor é crime. Por isso, esqueça as escadas de prédios, estacionamentos e banheiros de casas noturnas, por exemplo. "Agora, se a intenção for apenas fugir da marcação cerrada de filhos pequenos ou sogros vigilantes, o casal pode ir para a despensa, a garagem, o sótão", exemplifica ela.
 
Em uma rapidinha, não há muito tempo para carícias. "Uma relação sexual convencional dura, em média, 15 minutos, com as preliminares. A rapidinha demora menos de cinco". Para ela, nessas circunstâncias, a intensidade do beijo na boca vai contar muito. "Os beijos são indispensáveis para o aumento da excitação", diz.

O sexo oral, tão importante para a estimulação e o prazer femininos, costuma ser deixado de lado, pela pressa da transa. "O estímulo erótico está baseado na falta de tempo, na própria adrenalina de ter de ser rápido. A tensão favorece a excitação mais rápida. As preliminares ficam mais concentradas na região genital e com toques mais vigorosos",complementa.
 
O que tirar, o que deixar? Na dúvida, faça somente o básico: abrir o zíper da calça, desabotoar a blusa ou subir o vestido, em especial se a rapidinha tiver de ser disfarçada caso alguém apareça inesperadamente. "Quando a situação permite, há até quem rasgue a roupa um do outro, tornando o momento ainda mais a excitante". O fato de as pessoas não ficarem completamente nuas e o sexo ser afoito lembra bastante algumas cenas clássicas de cinema,menciona ela.
 
Segundo a coordenadora do Projeto Afrodite, tudo começa com as palavras, pois expressam o desejo e sinalizam que as pessoas não conseguem mais se conter e, portanto, vão se deixar guiar pelos instintos. "Frases como ‘Quero você agora' e 'Se você não parar de me beijar, não me responsabilizo pelos meus atos' dão uma boa ideia de como o parceiro está se sentindo", afirma. Se a rapidinha acontecer na casa de amigos ou da família, em um momento de distração das pessoas, tudo deve ser feito aos sussurros para não chamar a atenção. Abafar gemidos contribui para elevar o tesão. 
 
As posições em pé são as mais recomendadas, pela facilidade de encaixe, tanto com um de frente para o outro quanto com a mulher de costas para o homem e apoiada na parede. Mas em alguns locais a mulher pode ficar sentada (na pia ou na cadeira do escritório, por exemplo) ou até deitada, se o ambiente contar com uma mesa. "Não dá para pensar nem variar muito, e isso dá graça ao momento", finaliza.

Big Baixarias esta no AR!!!

A décima terceira edição do “BBB” é marcada pela interação com o público,os pretensos futuros participantes ficaram expostos a visitação pública em um shopping da zona norte paulista.Esta é a etapa da casa de vidro, uma espécie de repescagem para esse pessoal que quer ficar famoso por não ter nenhum talento em particular.
Apenas dois candidatos da casa de vidro entram na casa propriamente dita.Vendo estas pessoas se submetendo à curiosidade dos passantes penso na semelhança entre os BBBs e os ratos de laboratório. Ratos de laboratório também são monitorados e submetidos a provas e exercícios físicos, estimulados a fazer sexo e também recebem substâncias inebriantes.A única diferença é que os ratos de laboratório são úteis para a sociedade.Deve ser muito triste passar essa etapa para ficar conhecido (“ficar conhecido” é maneira de falar).
Convém lembrar também,que a exposição pública em um programa como o BBB implica em muito mais coisas a perder do que a ganhar. É um gesto extremado de desespero ou loucura participar deste formato de programa.É aguardar para ver, os próximos capítulos deste reality show, é possível esperar por mais Big Baixarias!!